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terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Existe algum político do bem? Sim, existe.

Alguns visitantes ilustres do meu Blog dizem que sou pró-Serra e Anti-Lula. Nada disso. Sou a favor do bem, da ética, da honestidade e acredito no político que está lá porquê o cidadão quis e por isso deve trabalhar muito, mas muito em prol do desenvolvimento do nosso país e na melhoria de vida do brasileiro.
Tenho pena do brasileiro que acreditou em Lula, ele é chefe de fato de uma quadrilha, enganou a todos os humildes em troca de esmola, agora deixa o país em uma situação crítica para Dilma, que saíra muito mal neste governo para que Lula volte em 2014, este é o plano dele, do PT e dos piores sindicalistas deste país.
Por isso, sinceramente, não acredito em um sequer, um. Mas toda regra tem uma exceção:
O único que boto fé perdeu as eleições para prefeito de São Carlos, seu nome: Paulo Altomani.
Eu ví, presenciei ele rechaçar em uma mesa tentativas de negociatas que absolutamente lhe dariam a prefeitura, ví dia-a-dia suas atitudes para o bem estar de São carlos e seus cidadãos, só para deixar claro, não sou de São Carlos, apenas presenciei Altomani em muitas situações daquelas que o político safado, matreiro e sem ética, entregaria o sonho de cada cidadão no caso de sua vitória por esquemas baixos.
Altomani ama amar São Carlos.Um dia me disse. Walter, se alguém lhe pedir qualquer favor em meu nome, seja quem for da minha equipe me diga, eu tiro ele na hora do nosso lado.
Importante dizer que nesta hora ele estava rodeado de assessores e apoiadores.
Ele perdeu as últimas eleições de São Carlos, talvez a cidade não estivesse mesmo preparado para ter uma pessoa assim na cadeira de prefeito, mas eu queria que S.Paulo tivesse um Prefeito assim.
Tenho medo e não tenho mais esperança de ver um político que faça de seu cargo o bem para o brasileiro, mas nunca esqueçamos: Nós é que colocamos eles lá.
Odeio ver e ouvir 99% das pessoas falarem mal dessa classe, mas aí vc avalia e vê que um votou em Maluf, outro em Genoíno, outro emCollor, Sarney e assim vai. Azar do Brasil.
Tomara que o Paulo Altomani decida concorrer à Prefeitura de S.Carlos em 2012, e peço a Deus que a população saiba que tem mais uma ( e talvez a última chance) de ter um Prefeito de verdade.

quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

Oswaldo Barba - Eleito Prefeito de São Carlos pode perder o cargo


O atual prefeito de São Carlos, Oswaldo Barba está sendo investigado pelo Ministério Público Federal.
O procurador Luiz Carlos dos Santos Gonçalves pede a cassaçào do diploma de Barba e do seu vice, Emerson Pires Leal.
Na açào é apontada abuso de autoridade, prática de conduta vedada e uso da máquina em prol de sua candidatura.
O processo é recheado de provas e apontamentos que deverá ter a definição do TRE em breve.
Barba também teve o nome envolvido no escândalo da máfia dos Sanguessugas. Nos documentos apreendidos na empresa Home Care, alvo de investigações, mostra documentos com doações supostamente ilegais para o então candidato à prefeitura de São Carlos.
O contrato e a licitação fariam parte do toma-lá-dá-cá entre os empresários investigados e os políticos citados nos documentos encontrados na sede da Home Care, em 30 de outubro, em Guarulhos, na Grande São Paulo.
Tomara que o TRE avalie com seriedade, sem partidarismo algum, pois é injusto alguém beneficiar-se com atos irregulares em uma disputa eleitoral. Conheci muito bem o candidato segundo colocado nas eleições, Paulo Altomani.
Extremamente sério, um dos poucos que conheci em minha vida, com um foco absurdamente voltado para o bem-estar e crescimento da cidade. Perder faz parte de qualquer disputa, perder de maneira ilegal é uma vergonha que deve ser estirpada a qualquer custo.
Que os Juizes do TRE tenham bom senso e se faça justiça caso seja seguida a recomendaçào da Procuradoria Regional Eleitoral de São Paulo.

segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

Esquema em licitações de São Carlos - Máfia dos Parasitas


Fonte:O Estado de São Paulo
A Home Care Medical Ltda. produziu contratos para as licitações de que participaria a fim de gerenciar a área de saúde de prefeituras em três Estados. A acusação é do Ministério Público Estadual com base em documentos apreendidos na sede da empresa suspeita de participar da máfia dos parasitas. Entre eles está o contrato supostamente produzido pela Home Care em nome da administração petista de São Carlos, que seria assinado pelo vencedor da licitação no município.

A cidade é uma das 26 em que, segundo os investigadores do caso, a Home Care "investiu" em "ajuda" para "candidatos municipais apoiados pelos criminosos" nas últimas eleições. Planilha apreendida mostra, segundo a acusação, a suposta doação ilegal de R$ 100 mil a Oswaldo Barba (PT), o prefeito eleito da cidade. O contrato e a licitação fariam parte do toma-lá-dá-cá entre os empresários investigados e os políticos citados nos documentos encontrados na sede da Home Care, em 30 de outubro, em Guarulhos, na Grande São Paulo.

Segundo denúncia do Grupo de Atuação Especial e Repressão ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público Estadual, as apreensões mostram "que a quadrilha elaborava de próprio punho minutas dos editais de licitação (que não poderiam sair do âmbito interno e reservado da administração pública), interferindo diretamente nos procedimentos licitatórios presenciais, fraudando a moralidade e a lisura que deveriam norteá-los".

No caso de São Carlos, os promotores têm em mãos o projeto de contratação da empresa que gerenciaria a saúde da cidade. Nele aparece como "órgão proponente" a Secretaria Municipal da Saúde de São Carlos durante a gestão de Newton Lima Neto (PT). Lima apoiou Barba, fazendo-o seu sucessor. O contrato tem a data de 2008. Em branco estão os espaços destinados para o CNPJ, os endereços e os telefones de órgãos municipais, o que indiciaria que o documento foi feito pela empresa para a prefeitura.

Tanto a atual administração quanto o prefeito eleito negaram qualquer irregularidade. A defesa dos donos da Home Care, os empresário Renato Pereira Júnior e Marcos Agostinho Paioli Cardoso, diz que as acusações são vazias.

Em sua "introdução", o documento achado na Home Care justifica a contratação da empresa como uma forma de melhorar o "controle das interações entre paciente e fornecimento de materiais e medicamentos, bem como o aprimoramento e avaliação do Plano Municipal da Saúde".

Há correções a mão no contrato e lembretes como "completar telefone e endereço". O projeto prevê o número de funcionários que seriam contratados e suas funções. A empresa devia se comprometer ainda a ceder o uso de software para a gestão do almoxarifado da saúde da prefeitura, administrando a farmácia ambulatorial e hospitalar, além de controlar as informações de pacientes, que seriam integrados com os sistemas do governo (Datasus) e com o cartão nacional de saúde, o cartão SUS.

Em sua última página, o documento diz: "Declaramos que este projeto básico está de acordo com a Lei 8.666/93 e legislação em vigor." A lei em questão é a que trata de licitações. Sem data exata, além da menção ao ano de 2008, o documento termina com o espaço para a assinatura da Secretaria da Saúde.

Os documentos obtidos pelo Estado mostram ainda que havia na Home Care modelos prontos de "minuta de edital de concorrência pública", com espaço vagos para que fossem preenchidos pelas prefeituras interessadas. Assim, os políticos que aderissem ao esquema teriam apenas o trabalho de preencher os números da concorrência e do processo administrativos, o nome da prefeitura, o endereço e a data em que o "departamento de recursos materiais" da cidade receberia as propostas dos "concorrentes".

Havia ainda espaço para o nome do presidente da comissão permanente de licitações. A Home Care estabelecia as "condições de participação" da concorrência. "As empresas interessadas em participar da licitação deverão oferecer garantia de R$ 0000,00 (XXXXX,XXXX mil reais - 1% do valor estimado do contrato", estipulava a empresa. Há lembretes no modelo como incluir o "nome do licitante se já não estiver impresso".

A Home Care determinava os "critérios de julgamento" das propostas e até as "penalidades" em caso de rescisão e valores das multas, bem como as condições de pagamento. Por fim, a empresa reservava espaço até para os anexos do contrato. O de número 2, chamado "memorial técnico/descritivo do sistema de informática" tinha um espaço para os interessados com a seguinte instrução: "Colar projeto básico".

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

Gente do bem nem sempre ganha



Nas últimas eleições conheci um candidato à prefeitura de São Carlos.
Quem me conhece sabe o receio que tenho de políticos ou postulantes ao cargo.
Mas passei a conhecer este candidato, suas idéias, sua paixão pela cidade e pelas pessoas e pelo bom senso de uso da máquina do governo para o bem público.
Quando você começa a conhecer a pessoa e não o candidato é onde surge a oportunidade de apoiar ou se afastar dos ideais e idéias da pessoa.
Não voto em São Carlos, pena, pois teria convicçào de que fiz um bem à minha cidade, se fosse o caso.
Conheci seus planos, sua ambição de querer fazer pela cidade o que fez para a sua vida, isto é, ter orgulho de olhar para trás e ver a obra que deixou.
Conheci Paulo Altomani, pura emoção, daquelas que é difícil de se enxergar em um político, pois esse tipo de sentimento aparece só quando pensa em sí próprio.
Paulo Altomani não levou, é uma pena para a cidade de São Carlos que parece gostar do atraso.
Paulo Altomani e Bragatto, quem teve a alegria e o prazer de conhecer teve sorte, e teve azar quem não quis tê-los como Prefeito e Vice.
Enfim algo neste blog que não seja sobre politicagens e politiqueiros.

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