sábado, 11 de fevereiro de 2012

Eike é Bilionário graças à Lula, Zé Dirceu e Dilma. Imperdível.

Agora dá para entender melhor  pq um combatente contra as elites como
o Lula se reunia tanto com  o Eike.
É sempre bom que nos brasileiros patriotas saibamos como se tornar um
Midas de um dia para o outro. Não tem mistério !!!!

Semana passada (de 15 a 21 de Janeiro 2012), a matéria de capa foi sobre Eike Batista, o ídolo dos novos bilionários brasileiros.
Li toda a matéria com interesse, pois eu queria matar uma curiosidade: como uma pessoa que, até meados da década passada, possuía patrimônio declarado inferior a 200 milhões, de repente aparece com mais de uma centena > de bilhões. Um aumento de 50.000%. Infelizmente, isto a Veja não explicou. Provavelmente, muitos de voces tinham a mesma curiosidade - e com ela continuaram.

Mas tive a curiosidade saciada hoje, quando fui a S. Paulo. NA USP, me foi entregue um material publicado na revista da Associação de Docentes da USP, com entrevista de Ildo Sauer. Para quem não se lembra, Ildo Sauer é petista fundador do partido (daquele tempo em que o Lula era terminantemente contra a criação do partido, já que ele queria ser suplente de senador do FHC!!!), e que foi Diretor da Petrobrás no primeiro mandato de Lula. A saída dele da Petrobrás nunca ficou clara. Eu o conheço pessoalmente, trocamos
emails de quando em vez ele nunca tocou no assunto. Embora discorde de algumas posições dele, preciso reconhecer: é um professor sério e comprometido. E fiel ao voto de pobreza: seu patrimônio é condizente com o salário de professor da USP.
Acho que esta entrevista dele explica as duas coisas: como Eike Batista enriqueceu 50.000% entre 2006 e 2010 e porque um companheiro fiel, de carteirinha, com DNA do PT, foi mandado embora da Petrobras.
As denúncias são sérias. Se for 
em falsas, o companheiro Ildo Sauer arrumou encrenca para o resto desta vida e parte da vida eterna. Como ele é muito sério e inteligente, acho que as denúncias são verdadeiras, posto que facilmente comprováveis por fatos do dia a dia.


Ildo Sauer denuncia como José Dirceu entregou o Pré-Sal para Eike Batista (Parte final - Os leilões dos campos da Petrobras).  Publicamos hoje a segunda parte da importantíssima entrevista do professor Ildo Sauer, diretor do Instituto de Eletrotécnica e Energia da Universidade de São Paulo, concedida a Pedro Estevam da Rocha Pomar e Thaís Carrança, da revista da Associação dos Docentes da USP (Adusp).
Considerado um dos maiores especialistas em energia do país, ex-diretor da Petrobras no primeiro governo Lula, Sauer conta como foi descoberto o Pré-Sal e denuncia o lobby feito por José Dirceu para entregar a Eike Batista a maior parte das reservas.

Revista Adusp: Você ainda estava na Petrobras, quando o Pré-Sal foi descoberto?
 Ildo Sauer - Eu ajudei a tomar essa decisão. Nós tomamos essa decisão, não sabíamos quanto ia custar. O poço de Tupi custou US$ 264 milhões, para furar os 3 km de sal e descobrir que tinha petróleo. O Lula foi avisado em 2006 e a Dilma também, de que agora um novo modelo geológico havia sido descoberto, cuja dimensão era gigantesca, não se sabia quanto. Então, obviamente, do ponto de vista político, naquele momento a nossa posição, de muitos diretores da Petrobras, principalmente eu e Gabrielli, que tínhamos
> mais afinidade política com a proposta do PT de antigamente, a abandonada, achávamos que tinha que parar com todo e qualquer leilão, como aliás foi promessa de campanha do Lula. Na transição, ainda a Dilma falou, não vai ter mais leilão. Mas se subjugaram às grandes pressões e mantiveram os leilões. Fernando Henrique fez quatro, Lula fez cinco. Lula entregou mais áreas e mais campos para a iniciativa privada do petróleo do que Fernando Henrique. Um ex-ministro do governo Lula e dois do governo FHC foram assessorar Eike Batista. O que caberia a um governo que primasse por dignidade? Cancelar o leilão. Por que não foi feito? Porque tanto Lula, quanto Dilma, quanto os ex-ministros, estavam nessa empreitada
 

Revista Adusp: Mas Gabrielli era contra e acabou concordando?
Ildo Sauer - Não. A Petrobras não manda nisso, a Petrobras é vítima, ela não era ouvida. Quem executa isso é a ANP [Agência Nacional do Petróleo], comandada pelo PCdoB, e a mão de ferro na ANP era da Casa Civil. Então a voz da política energética era a voz da Dilma, ela é que impôs essa privatização na energia elétrica e no petróleo. Depois do petróleo já confirmado em 2006, a ANP criou um edital pelo qual a Petrobras tinha limitado acesso. Podia ter no máximo 30% ou 40% dos blocos, necessários para criar concorrência. Porque, em 2006, Tupi já havia sido furado e comunicado. O segundo poço de Tupi, para ver a dimensão, foi feito mais adiante, esse ficou pronto em 2007. Só que o Lula e a Dilma foram avisados pelo Gabrielli em 2006.

Muitos movimentos sociais foram a Brasília, nós falávamos com os parlamentares, os sindicatos foram protestar. O Clube de Engenharia, que é a voz dos engenheiros, mandou uma carta ao Lula, em 2007, pedindo para nunca mais fazer leilão.
Em 2005-6, o [Rodolfo] Landim, o queridinho do Lula e da Dilma, saiu da Petrobras. Porque o consultor da OGX, do grupo X, do senhor [Eike] Batista, era o ex-ministro da Casa Civil (José Dirceu), e ele sugeriu então que Eike entrasse no petróleo. Aí ele contratou o Landim, que começou a arquitetar. Como o centro nevrálgico da estratégia da Petrobras é a gerência executiva de exploração, o geólogo Paulo Mendonça, nascido em Portugal, formado aqui na USP, e o Landim, articularam para em 2007 criar uma empresa nova, a partir dos técnicos da Petrobras. E o senhor Batista queimou alguns milhões de dólares para assinar os contratos e dar as luvas desses novos cargos, que estavam dentro da Petrobras mas, desde que o Landim foi
> trabalhar com o senhor Batista, ele já estava lá para arrancar de dentro da Petrobras esses técnicos.

Aí chegou o fim de 2007, todos nós pressionando para não ter mais leilão, o Lula tira 41 blocos… Mas vamos voltar a 2006. Em 2006, quem anulou o leilão foi a Justiça, por discriminação contra a Petrobras fazer essas coisas. Ouvi isso da Jô Moraes, num debate na Câmara dos Deputados.
Só que aí se criou o seguinte imbróglio: um ex-ministro do governo Lula e dois do governo Fernando Henrique, Pedro Malan e Rodolpho Tourinho, foram assessorar o Eike Batista. Ele já tinha gasto um monte para criar sua empresa de petróleo. Se o leilão fosse suspenso, ele ia ficar sem nada, e já tinha aliciado toda a equipe de exploração e produção da Petrobras.
O que caberia a um governo que primasse por um mínimo de dignidade para preservar o interesse público? Cancelar o leilão e processar esses caras que saíram da Petrobras com segredos estratégicos. Por que não foi feito? Porque tanto Lula, quanto Dilma, quanto os ex-ministros, os dois do governo anterior e um do governo Lula, estavam nessa empreitada.


Revista Adusp: Quem era o ex-ministro?
Ildo Sauer - O ex-chefe da Casa Civil, antecessor de Dilma.Revista Adusp: José Dirceu?
Ildo Sauer - É, ele foi assessor do Eike Batista, consultor. Para ele, não era do governo, ele pegou contrato de consultoria, para dar assistência nas negociações com a Bolívia, com a Venezuela e aqui dentro. Ele [Dirceu] me disse que fez isso. Do ponto de vista legal, nenhuma recriminação contra ele, digamos assim. Eu tenho (recriminação)contra o governo que permitiu se fazer.
E hoje ele [Eike] anuncia ter 10 bilhões de barris já, que valem US$ 100 bilhões. Até então, esse senhor Batista era um milionário, tinha cerca de US$ 200 milhões. Todo mundo já sabia que o Pré-Sal existia, menos o público, porque o governo não anunciou publicamente. As empresas que operavam sabiam, tanto que a Ente Nazionale Idrocarburi DItalia (ENI) pagou US$ 300 milhões por um dos primeiros poços leiloados em 2008. Três ou quatro leilões foram feitos quando o leilão foi suspenso pela justiça. Até hoje, volta e meia o [ministro] Lobão ameaça retomar o leilão de 2008, 2006. A oitava rodada. Para entregar. Tudo em torno do Pré-Sal estava entregue naquele leilão.No leilão seguinte, o governo insiste em leiloar. E leiloou. E na franja do Pré-Sal é que tem esse enorme poderio.
Como é que pode? A empresa dele (Eike) foi criada em julho de 2007. Em junho de 2008 ele fez um Initial Public Offering, arrecadou R$ 6,71 bilhões por 38% da empresa, portanto a empresa estava valendo R$ 17 bilhões, R$ 10 bilhões dele. Tudo que ele tinha de ativo: a equipe recrutada da Petrobras e os blocos generosamente leiloados por Lula e Dilma. Só isso. Eu denunciei isso já em 2008. Publicamente, em tudo quanto é lugar que eu fui, eu venho falando para que ficasse registrado antes que ele anunciasse as suas
> descobertas. Porque fui alertado pelos geólogos de que lá tinha muito petróleo. Foi um acordo que chegaram a fazer, numa conversa entre Pedro Malan, Rodolpho Tourinho e a então ministra-chefe da Casa Civil (Dilma), em novembro, antes do leilão. O Lula chegou a concordar, segundo disse o
> pessoal do MST e os sindicalistas, em acabar com o leilão. Mas esse imbroglio, de o empresário ter gasto dezenas de milhões de dólares para recrutar equipe e apoio político nos dois governos fez com que eles
> mantivessem… Tiraram o filé-mignon, mas mantiveram o contra-filé. O contra-filé é alguém que hoje anuncia ser o oitavo homem mais rico do mundo.

E tudo foi mediante essa operação no seio do governo. Contra a recomendação dos técnicos da Petrobras, do Clube de Engenharia, do sindicalismo. Foi a maior entrega da história do Brasil. O ato mais entreguista da história brasileira, em termos econômicos. Pior, foi dos processos de acumulação primitiva mais extraordinários da história do capitalismo mundial. Alguém sai do nada e em três anos tem uma fortuna de bilhões de dólares.
A Petrobras durante a vida inteira conseguiu descobrir 20 bilhões de barris de petróleo, antes do Pré-Sal. Este senhor, está no site da OGX, já tem 10 bilhões de barris consolidados. Os Estados Unidos inteiros têm 29,4 bilhões de barris. Ele anuncia que estará produzindo, em breve, 1,4 milhão de barris por dia o mesmo que a Líbia produz hoje.
É esse o quadro. Ou a população brasileira se dá conta do que está em jogo, ou o processo vai ser o mesmo de sempre. Do jeito que foi-se a prata, foi-se o ouro, foram-se as terras, irão também os potenciais hidráulicos e o petróleo, para essas negociatas entre a elite. O modelo aprovado não é adequado. Mantém-se uma aura de risco sem necessidade, para justificar que o cara está correndo risco, mas um risco que ele já sabe que não existe. 
Qual é a nossa proposta? Primeiro, vamos mapear as reservas: saber se temos 100 bilhões, 200 bilhões, 300 bilhões de barris. Segundo, vamos criar o sistema de prestação de serviço: a Petrobras passa a operar, recebe por cada barril de petróleo produzido US$ 15 ou US$ 20, e o governo determina o ritmo de produção. Porque há um problema: a Arábia Saudita produz em torno de 10 milhões de barris, a Rússia uns 8 milhões de barris, depois vêm os outros, com2 a4 milhões de barris por dia: Venezuela, Iraque, Irã. O Eike
> Batista anuncia a produção de 1,4 milhão de barris, a Petrobras anuncia 5 milhões de barris e pouco. Significa que o Brasil vai exportar uns 3 ou 4 milhões de barris. Já é o terceiro ator. Não se pode fazer mais isso.




quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Policia para quem precisa de polícia.

O caso da greve da Polícia Militar na Bahia é um sinal de tragédia anunciada. Os policiais ganham pouco, não têm direito a ter sindicatos e ainda ficam à mercê das políticas e orçamentos de cada Estado.
A Bahia é um prenúncio. Outras associações de policiais de outros Estados estão se organizando para pressionar seus comandos e governos por melhores condições de trabalho.
A greve é um direito de todo trabalhador, está definida em Lei, mas existe um problema que temos visto na Bahia que me assusta muito.
Nesses dias de greve, foi noticiado amplamente o assassinato de moradores de rua, incêndios em ônibus da população e de estudantes e vários crimes de roubo.
Existe a real possibilidade disso tudo ser orquestrado pelo comendo da greve, o que é imperdoável.
Policial que vira bandido merece cadeia, merece apanhar na cadeia e sim deve sofrer tudo o que a Lei manda.
Ouvir do comando de greve, depois de mais uma reunião fracassada com o governo: "O carnaval acabou!" é vergonhoso.
A população de Salvador e das cidades ao redor estão assustadas, estão sofrendo muito, isso é injusto e desumano e causado pela pela polícia...quem diria.
O governador Jaques Wagner é incompetente, sempre foi. Está lá por Lula. O mais engraçado é ouvir de um ex-sindicalista que não negociará com o comendo de greve.
Polícia, grevistas e governo estão errados, do outro lado a população, como sempre refém de uma situação absurda.
Estou preocupado e com medo.

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Senador do Pará, Mário Couto é acusado de desvio de R$ 2.3 milhões

O senador Mário Couto (PSDB-PA) foi denunciado, em ação civil pública, sob acusação de envolvimento em um suposto esquema de desvio de recursos da Assembleia Legislativa do Pará entre 2003 e 2007, período em que foi presidente da Casa.
O Ministério Público do Pará, que ajuizou a ação nesta quinta-feira (26), pede o bloqueio dos bens do senador e que ele e outros 15 acusados devolvam R$ 2,3 milhões aos cofres públicos.
O suposto esquema consistia em fraude na folha de pagamento do Legislativo, com a contratação de servidores-fantasmas.
Além de Mário Couto, sua filha Cilene Couto também é denunciada na ação. Ela fazia parte do setor de controle interno da Assembleia durante a gestão do pai.
Como presidente da Casa, cabia a Couto nomear, contratar e demitir servidores, além de fiscalizar a folha de pagamento.
A ação cita o exemplo de onze funcionários-fantasmas que, em depoimentos, negaram que trabalhassem no órgão. O salário da maioria deles era superior a R$ 10 mil mensais. Os valores eram desviados.
A ação civil pública também acusa outros integrantes do setor de controle interno e servidores que, segundo a Promotoria, receberam os recursos desviados.
A Justiça do Pará ainda não decidiu se acolhe a ação.
O Ministério Público também investiga supostas fraudes em licitações de obras da Assembleia Legislativa, que envolve uso de empresas-fantasmas e até a contratação de uma fábrica de tapioca.
A assessoria do senador Mário Couto afirmou que ele ainda não tomou conhecimento do teor da ação.
De acordo com sua assessoria, Mário Couto diz que a ação é movida por uma desavença pessoal de um dos promotores contra ele.
Cilene Couto, que atualmente é deputada estadual pelo PSDB, não foi localizada para comentar o caso.
Fonte: Folha de S.Paulo

sábado, 7 de janeiro de 2012

Corrupção na arbitragem da CBF? Novidade zero.

Fora da Fifa, o árbitro Gutemberg de Paula Fonseca acusou o presidente da Comissão Nacional de Arbitragem da CBF, Sérgio Correa, de corrupção. O juiz carioca foi retirado do quadro da entidade mundial na terça-feira.
"Isso é uma perseguição. Não existe nada tecnicamente que me tire da Fifa, mas perdi o cargo por não aceitar a interferência do Sérgio. Não atendo aos anseios dele", afirmou.
Segundo o árbitro, o trabalho de Sérgio "é baseado na corrupção".
"Ele escala um árbitro prometendo uma nova escala caso o profissional atue bem. Entendo isso como corrupção. Antes do jogo, o Sérgio já promete algo ao juiz. Não aprovo isso e fiquei por muito tempo sem falar com ele neste ano", disse.
"Em 2010, ele me colocou no jogo em que o Corinthians ganhou por 5 a 1 do Goiás. Antes, me ligou e disse 'é jogo do Timão, hein?' O que eu posso entender com isso? Que se o Corinthians não ganha, eu posso nunca mais ser escalado", acrescentou.
Em recesso, a CBF está fechada nesta semana. Correa não foi encontrado para comentar as acusações de Fonseca.
Fonte: Folha de S.Paulo

Ministro Fernando Bezerra privilegia com dinheiro projetos do filhinho.

O ministro Fernando Bezerra Coelho (Integração Nacional) privilegiou seu filho, o deputado federal Fernando Coelho (PSB-PE), com o maior volume de liberação de emendas parlamentares de sua pasta em 2011.
Coelho foi o único congressista que teve todo o dinheiro pedido empenhado (reservado no Orçamento para pagamento) pelo ministério (R$ 9,1 milhões), superando 219 colegas que também solicitaram recursos para obras da Integração.
Liberado em dezembro, o dinheiro solicitado pelo deputado irá para ações tocadas pela Codevasf (Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e Paraíba), uma empresa pública presidida pelo seu tio, Clementino Coelho, irmão do ministro da Integração.
Fonte> Folha.com

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

A idealizadora do "Brasil Sem Miséria" deixa o governo Dilma.

Ana Fonseca, uma das principais idealizadoras do programa Brasil Sem Miséria, vai deixar o governo. A decisão deve ser oficializada no dia 16, mas já foi comunicada à sua equipe no Ministério do Desenvolvimento Social.
Pesquisadora da Unicamp, a secretária para Superação da Extrema Pobreza disse à Folha que sua permanência por um ano já havia sido acordada com a ministra Tereza Campello quando aceitou participar da concepção do plano, que promete erradicar a pobreza extrema até 2014.

Segundo ela, não houve rusgas ou atritos em sua permanência no cargo. "Foi maravilhoso. Eu só tenho a agradecer pela oportunidade. É que mais que um ano seria excessivo."
Relatos da cúpula do governo, no entanto, indicam que desentendimentos pontuais ao longo do ano passado entre Fonseca e Campello podem ter contribuído em sua decisão de deixar o ministério agora.
Estruturado em três eixos (transferência de renda, ampliação de serviços públicos e inclusão produtiva), o Brasil Sem Miséria objetiva tirar 16,2 milhões da pobreza extrema --segundo critério do governo, caracterizada por um ganho mensal individual de até R$ 70.
A coordenação do plano ficará com Tiago Falcão, 38, secretário Nacional de Renda de Cidadania. Ele é responsável pela administração do Bolsa Família, principal vitrine do governo Lula. Fonseca também atuou na criação do programa.
Fonte: Folha.com.br

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