Existe um morro no Guarujá, entre as praias da Pitangueiras e Enseada, que é conhecido como Morro do Maluf, todos lá conhecem, o nome verdadeiro é Morro do ladrão.
Paulo Maluf é um personagem que será sempre lembrado como um dos políticos que mais roubou, fez esquema e corrompeu e foi corrompido na história do Brasil.
Passou por quase todos os cargos que existem, do legislativo ao executivo, sempre envolvido em esquemas de desvio de verbas.
Foi comprovado que tem dinheiro lá fora o qual o Ministério Público trava uma batalha enorme, tem até o seu filho envolvido em esquemas de toda a espécie, foram presos, ficaram encarceirados e muito mais.
Chamam Paulo Maluf de ladrão.
E em todas eleições nas quais ele se candidata consegue eleger-se com um número de votos altíssimo.
Maluf é amado também, tem uma legião de fãs que tem uma fidelidade da Gaviões da Fiel com o seu time, têm um amor sem preço por Maluf.
Maluf é e será sempre um personagem da nossa política que gerará debates emocionais a favor e contra, Maluf se diz o mais ficha limpa do Brasil, Maluf foi condenado ontem e pode ter a sua candidatura cassada, Maluf recorrerá e deve ganhar, Maluf se reelegerá Deputado Federal...ou não.
Maluf definitivamente é a imagem mais próxima dos nossos políticos que são populares, amados e odiados e sempre estarão figurando nas cédulas eleitorais, processos-crime, páginas políticas e policiais.
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terça-feira, 24 de agosto de 2010
quinta-feira, 13 de maio de 2010
O Texto do ficha limpa atinge só um político. Adivinha quem?

O texto aprovado anteontem pela Câmara do projeto Ficha Limpa atinge só 1 político dos 70 deputados federais e 3 senadores paulistas e dos 37 líderes partidários do Congresso.
Paulo Maluf.
Levantamento nestas bancadas mostra que 37 congressistas já foram condenados, ou são réus ou indiciados, de acordo com o site da Transparência Brasil, mas apenas Paulo Maluf (PP-SP) tem uma condenação por órgão colegiado que se enquadra nos requisitos da proposta, que ainda será discutida no Senado.
Maluf responde a pelo menos outras dez ações. Por meio de sua assessoria, o deputado disse que já recorreu e não desistirá da sua candidatura.
Pelo projeto, ficam inelegíveis os condenados por decisão colegiada da Justiça (por mais de um juiz), mas cria-se o chamado efeito suspensivo, que permite recurso a outro órgão superior colegiado.
A pouca eficácia sobre congressistas ocorre, para especialistas, por eles terem foro privilegiado (seus processos são julgados por órgãos superiores).
Para o secretário-geral da OAB, Marcus Vinícius Furtado Coelho, o problema agora está com a Justiça. "Estamos pedindo ao Conselho Nacional de Justiça que determine metas para os tribunais julgarem processos de improbidade e de corrupção", afirmou.
A proposta da Câmara é elogiada pela prioridade de julgamento para os casos de candidato condenados que entrarem com recurso, o que vai evitar o protelamento das ações, e pela perda do mandato ser imediata (após os julgamentos).
Os parlamentares que renunciarem até a aprovação do texto não serão atingidos. Só quem renunciar após o início da vigência não poderá concorrer, afirmam especialistas. Há dúvidas ainda sobre o prazo que políticos cassados ficarão sem poder concorrer. E se a norma valerá para esta eleição.
Erick Pereira, professor de direito eleitoral, afirma que o texto pode ser contestado no STF por não respeitar o princípio da presunção da inocência.
Fonte: Folha de S.Paulo
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